sexta-feira, 3 de maio de 2013



domingo, 21 de abril de 2013

A FRENTE CRISTA SOCIAL É CONTRA TODO TIPO DE ASSISTENCIALISMO E ACREDITA NA PROMOÇÃO DA JUSTIÇA SOCIAL.MAS, PRECISAMOS TER CONSCIÊNCIA QUE NEM TODOS OS MORADORES DE RUA SÃO OPORTUNISTAS E QUE SOBREVIVEM DA VADIAGEM,EXISTEM PESSOAS QUE QUEREM MUDAR E QUE TEM FOME E NÃO SABE PESCAR E VOCE PRECISAR ENSINAR ESSAS PESSOAS A PESCAREM.A VISÃO DA FRENTE CRISTA SOCIAL É A UNIDADE DE FORÇAS NO COMBATE A MISÉRIA,A CORRUPÇÃO E A VIOLÊNCIA.O SUCESSO ESTÁ NA EDUCAÇÃO QUE COMEÇA NO LAR.PASTOR OCIMAR FARIA OLIVEIRA
FONTE JORNAL A CIDADE


Entidades assistencialistas descartam sujeição à Prefeitura de Ribeirão Preto

Associações planejam criar órgão próprio no município

21/04/2013 - 18:29
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F.L. Piton / A Cidade
Grupos religiosos defendem medidas emergenciais, como oferta de refeições para moradores de rua (Foto: F.L. Piton / A Cidade)
O amparo aos mais de 400 moradores de rua de Ribeirão está desencadeando uma queda de braço entre entidades assistencialistas e a Secretaria Municipal de Assistência Social (Semas).
Na quarta-feira passada, integrantes da Frente Cristã Social, que reúne cinco entidades ecumênicas de amparo a pessoas vulneráveis, decidiram agilizar a criação de uma entidade que agregue todas as associações locais, religiosas ou não.
“Queremos juntar forças para que pessoas em vulnerabilidade social retornem à dignidade”, afirma o pastor Ocimar Oliveira, da igreja Metodista Renovada. Segundo ele, muitas entidades atuam informalmente no município e não se regularizam porque não querem ficar submissas à prefeitura.
O atual trabalho dos assistencialistas não é visto com bons olhos pela prefeitura, já que isso atrapalha as estratégias utilizadas para atrair os moradores de rua para a assistência pública.
Na visão oficial, essas entidades são bem intencionadas, mas acabam incentivando o indivíduo a continuar na rua ao oferecer alimento e vestimenta, por exemplo. “Nós não queremos extinguir essas entidades, mas trazê-las para trabalhar conosco”, afirma Sodré. A Semas, atualmente, possui convênio com apenas uma organização de assistência a moradores de rua, que recebe R$ 28,8 mil anuais da pasta.
A Frente Cristã, entretanto, questiona a tática da prefeitura. “Muitas vezes, o pão que entregamos ao morador em uma noite é o que define se ele vai ou não estar vivo no dia seguinte”, afirma Ocimar. Segundo ele, a Frente possui um Conselho de Profissionais, formado por especialistas, que prestam assistência multidisciplinar aos moradores de rua.
Usuária compra crack ao lado do prédio da Câmara
Se algum vereador olhar pela janela da Câmara, são grandes as chances de ver Vilma Agmar caminhando por uma viela paralela à avenida Álvaro de Lima, para comprar crack. “Só faltam R$ 2 para inteirar duas pedras”, afirmou. A venda é feita a pouco mais de 200 metros do Legislativo.
Apelidada de “Maria Pedrinha” pelos comerciantes da região, Vilma tem 33 anos, mas aparenta o dobro. Alguns hematomas saltavam em seu rosto, segundo ela devido a uma agressão sofrida “sem motivo”, e diversas feridas cobriam suas pernas.
“Essas aqui são culpa do oxi”, em referência à droga cujo efeito é quase cinco vezes maior que o do crack. Vilma não foge à regra dos 95% de moradores de rua que são dependentes químicos, conforme estudo feito pela Secretaria de Assistência Social.
Excelente o debate, ontem, na Frente Cristã Social, sobre violência. Tive a honra de debater o assunto com Sérgio Kodato (USP), Ronicharles (USP), Junior Mendes (USP), Zamuel Zanferdini, Tenente Junqueira, e Polverel, mediados por Antonio Cassoni. Parabéns a todos. Muitas questões foram levantadas, algumas soluções foram apontadas, mas praticamente todas elas passaram pela melhora da qualidade da nossa educação, sucateada no Estado. A questão da violência não permite soluções mirabolantes ou paliativas. Temos de ir ao cerne da questão, com políticas de estado, com visão de futuro. Os resultados começariam a aparecer logo e seriam constantes. Medidas paliativas e sensacionalistas não levarão a nada. Apenas enganam o povo.joao gandini
Sergio Kodato
AS INSTITUIÇÕES SOCIAIS (educação, saúde, justiça, segurança pública, governo, etc.) ESTÃO FALIDAS E um pouco APODRECIDAS, parece que isso é consenso e foi debatido no "Seminário sobre Violência e Vulnerabilidade Social", organizado pelo Pastor Ocimar Faria Oliveira, no sábado à noite,... O mediador Antonio Cassoni perguntou se uma REVOLUÇÃO não seria preciso, mas, testemunhou que já estamos muito cansados e maduros para "PEGAR EM ARMAS", estamos mais para "ADEUS ÀS ARMAS"... Eu acho que a revolução deve começar dentro da sala de aula, fazer funcionar esse precioso dispositivo de produção de conhecimento, sabedoria e capacidade crítica em tenra idade e para o coletivo, como se fosse um trabalho de PARTO!

João Gandini
13:19 (5 horas atrás)
 
para mim
 
Caro amigo.
Parabéns pelo evento de ontem. Sucesso. Vamos repetir e nos manter mobilizados.
Veja se consegue organizar uns debates como esse em escolas estaduais, para alunos, professores e pais.
Vamos pensar na proposta do prof. Sérgio Kodato, vamos escolher uma escola e fazer a experiência que ele sugere.
Por favor, você poderia mandar ao menos algumas fotos como anexo no seu email? Fica mais fácil copiar e divulgar.
Abraço

Assinatura - Joao (2)

De: Ocimar Faria Oliveira [mailto:frentecristasocial@gmail.com]
Enviada em: domingo, 21 de abril de 2013 03:13
Para: undisclosed-recipients:

UM GRITO DA SOCIEDADE
ONTEM NO DEBATE REALIZADO PELA FRENTE CRISTÃ SOCIAL NA SEDE DA IGREJA METODISTA RENOVA, TRATANDO DO TEMA VIOLÊNCIA TODOS OS PALESTRANTES CLAMAVAM POR MUDANÇA EM TODOS OS SENTIDOS, POR UMA SOCIEDADE MAIS CONSCIENTIZADA DOS SEUS DEVERES CÍVICOS MORAIS GRITAVAM PEDINDO SOCORRO PARA A ÚNICA PORTA QUE AINDA ESTARIA ABERTA NESTE SECULO, SERIA A IGREJA DE JESUS CRISTO, FOI UM APELO DRAMÁTICO NA BUSCA DE SOLUÇÃO PARA O PROBLEMA QUE ENFRENTAMOS NESTE SECULO 21 RESUMO TOTAL O HOMEM ESTA ATUALMENTE CONSTRUINDO SUA VIDA NO VAZIO, UMA VIDA SEM SENTIDO. QUEM PODERIA HOJE TRAZER UM ENCANTO A SOCIEDADE CONSUMISTA DE MERCADO? A SOCIEDADE CONTA COM A IGREJA DE JESUS CRISTO.

Ontem, sábado, estivemos mediando um debate sobre a violência urbana, a convite da FRENTE CRISTÃ SOCIAL (FCS). Compuseram a mesa Ronie Charles Ferreia de Andrade, pesquisador da USP-Ribeirão, Sérgio Kodato do Núcleo de Violência da USP-RP, Luiz Eduardo Ulian Junqueira, primeiro tenente da Polícia Militar, Anderson Polverel, da OAB, Dr. João Gandini, ex-juiz de Direito e Júnior Mendes, responsável e administrador de presídios. Alto nível de discussão e propostas. Obrigado, meu querido Ocimar Faria Oliveira pelo honroso convite.
  Antonio Cassoni

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